domingo, 24 de julho de 2011

Paulopes: 'Nada mais brega do que acreditar que você tem vir...

Obviamente que, de acordo com esse conceito pondeniano de breguiçe, ninguém se salva dela. Somos todos mais ou menos bregas. Cafonas mesmo.kkkk

Paulopes: Jovens da 'revolução do quibe' querem emprego, não...

Concordo com esse último comentário:"Desistam. São todos filhos da puta, no Oriente e Ocidente, na esquerda e na direita."

Ou vão dizer que no civilizado Ocidente Cristão o capitalismo selvagem também não é uma forma de terrorismo oficializado pelo Estado? Também não é uma espécie de fundamentalismo religioso cruel e sanguinário? A diferença é que se apresenta com vestes mais suaves, com uma maquiagem que lhe dá feições mais brandas, mas o rosto verdadeiro (por detrás da máscara) é tenebroso e sombrio. Vão dizer que aqui há "liberdade de expressão individual"??? Tente se expressar contra o sistema vigente pra ver o que te acontece. Que aqui não se sonha em eliminar países inimigos do mapa, com bombas atômicas? Pior: aqui não se sonha, aqui tal sonho já se realizou (Hiroshima e Nagazaki) e outras guerras, normalmente encabeçadas pelos Estados Unidos, pra dar vazão à indústria bélica norte-americana e aos interesses econômicos do petróleo do mundo árabe.

Paulopes: Mania de querer felicidade é uma praga e nos deixa...

Texto totalmente grunge rock!!! Adorei. Catarse total!!! Barulho. Como é bom vomitar demônios não? Viva o rock, viva a filosofia, viva Pondé!!! (Na alegria e na tristeza.....rs...)

"Eu sou tão feliz, porque hoje encontrei meus amigos. Eu são tão feio, mas tudo bem, pois vc também é."(Nirvana)

Paulopes: Por que existem guerras? Porque gostamos de matar

Paulopes: Por que existem guerras? Porque gostamos de matar: "Título original: O parque temático do bem por Luiz Felipe Pondé para Folha Por que existem guerras? Porque gostamos de matar. Respost..."

quarta-feira, 29 de julho de 2009

http://www.cpflcultura.com.br/posts/videos

http://www.cpflcultura.com.br/posts/videos

Eis o endereço eletrônico do melhor site sobre filosofia que conheço.

Recomendo enfaticamente a todos os interessados que visitem e deleitem-se assistindo aos excelentes vídeos disponíveis, com palestras imperdíveis de competentes pensadores contemporâneos (filósofos, psicanalistas, entre outros especialistas), com um destaque especial meu para os vídeos das palestras de Luís Felipe Pondé, pós-doutor em Filosofia, escritor e colunista da Ilustrada, da Folha de São Paulo.

Certamente, um das atividades mais divertidas e empolgantes para mim, hoje, é assistir os vídeos deste site do Café Filosófico, adquirir mais conhecimento e exercitar o raciocínio filosófico, com a ajuda destes admiráveis especialistas.

Bom aprendizado, ótimas reflexão e diversão para quem visitar o site!!!

domingo, 31 de maio de 2009

O TEMPO PASSA!!!!

Quem acompanha futebol pelo rádio, conhece esse famoso, saudoso (e sublime!) jargão da locução esportiva...

sempre que lembro que O TEMPO PASSA!!! MUITO MAIS RÁPIDO DO QUE IMAGINAMOS OU PODEMOS PERCEBER...rs...e que, por isso, JAMAIS poderei (por falta de tempo) ler todos os livros que quero ler e tampouco assistir a todos os filmes que quero assistir, sempre que lembro disso.....(e agora me lembro)....nesse momento, dramaticamente, bate o sentimento de depressão, de pequenês mesmo....uma grande tristeza me acomete, sinto-me abatido pra valer, de verdade mesmo...

se pelo menos não tivesse de perder tanto tempo com trabalho e enfim......outras coisas que a vida impõe ou nos impomos..........(mas mesmo assim, não daria tempo mesmo, até porque, LER É RELER, ASSISTIR É VER DE NOVO, portanto, fica mesmo algo totalmente utópico).....que deprê!!!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

SOLIDÃO REAL

SOLIDÃO REAL

Nascemos, cada um de nós, sós, vivemos sós e morremos sós. Somos seres individuais únicos. "Cada pessoa é um universo", como escreveu Raulzito em uma de suas ótimas letras. E cada universo, sendo único e distinto, exclusivo, faz dos indivíduos, de cada um de nós, irremediavelmente solitários. Aceite isso quem puder. E muitos já aceitaram, com alguma dor.

Os outros, isto é, "o não-eu" (mãe, pai, irmãos, parentes, amigos, filhos, a sociedade....enfim) são como brinquedos com os quais uma criança sozinha vai "brincando", para ir se distraíndo e disfarçando sua solidão. Esquecendo-se de que está, na verdade, sozinha e solitária, vai encontrando pelo menos um pouco de si mesmo fora de si, isto é, nos outros. E, em geral, é só um pouco mesmo. Um pouco de si nos outros, um pouco de empatia.

Claro que o mesmo processo ocorre invertido, isto é, do ponto de vista de quem é o "brinquedo" da criança em relação a ela, que também está e é solitário, pois também é um indivíduo único e exclusivo. Quero dizer: é um processo mútuo e recíproco de todos com todos, variando apenas o grau da solidão ou empatia que cada indivíduo experimenta.

Por mais que alguém tente fugir da solidão através dos relacionamentos interpessoais (amizades e amores, maternidade/paternidade(filhos)/parentesco(família) sua solidão jamais é vencida, pois a empatia nunca se dá completamente e raramente os encontros são satisfatórios, estando, aliás, mais para desencontros, na verdade: muito mais diferenças do que afinidades, divergências, do que convergências.

Sofremos por sermos tão solitários, mas, não sabemos como mudar isso, já que, forçar uma convivência incômoda com "o diferente do outro" e com "a divergência do outro", em nome, tão somente, da preservação da própria convivência em si ou estado de "casado" ou "juntado", ("acompanhado", "enrolado" ou seja lá que nome queira se dar a isto), parece não ser mais uma opção plausível, sensata e razoável, como foi na modernidade (obs:supondo que vivemos uma tal pós-modernidade, obviamente), não é?

Afinal, a experiência prévia de viver totalmente sozinho é pressuposto e causa de maturidade e aptidão para viver e conviver com o outro, numa relação amorosa potencialmente bem sucedida?

Traria mesmo ao indivíduo, a experiência do isolamento, maior aptidão para a relação ou, ao contrário, torna-lo-ia ainda mais introvertido e incapaz para a convivência satisfatória com o outro?

Eis a questão? Vamos pensar e decifrar, oras....